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quinta-feira, 26 de novembro de 2015

O JOGO DO TEMPO


adivinhas

Quem trás d’onte foi ao monte
E onte no monte ficou,
Onde estava trás d’ontonte
Quem no monte se deitou?

E se hoje lá pernoitar
E amanhã também ainda
Passado manhã dirá
Que não deu a ida pela vinda?
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Imagem daqui

segunda-feira, 6 de abril de 2015

PÁSCOA

Acabadinha de regressar de uma semana intensa, e sem querer fazer esperar os ausentes, aqui me tendes a transmitir as últimas notícias.
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O ano está para poucas flores, de seco e estranho que tem vindo. Mesmo assim, como podeis ver pelo cabeçalho, um ou outro lameiro, lá pelos lados da Ribeirinha, exibe-se em esplendores de Primavera. 

A Semana Maior, que se inicia com o Domingo de Ramos, teve, este ano, uma novidade: D. José Cordeiro, o bispo de Bragança, quis acarinhar-nos e foi ele a celebrar a missa, cerimónia sem pompa mas  muito digna que conjugou bem duas formas amáveis de ser: a do bispo e a nossa. E é com essas fotografias que vos deixo agora.

1 - No Largo do Prado, para a bênção dos ramos

 2 Na igreja, para a missa

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A todos quantos manifestaram os desejos de boa Páscoa, o meu muito obrigada.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

VENTOS


Quem quiser visualizar o vendaval que nos assola, entre aqui (a imagem com que ilustro o artigo é apenas um instantâneo que tirei). A página que se abre pode ser aproximada para ver um lugar em pormenor, ou afastada para observar genericamente - basta rodar a rodinha do rato. Também permite que se rode o globo de modo a vermos todo o planeta (usando o botão esquerdo do rato).

Os trópicos e o equador não são nenhuma verruga à superfície da Terra, mas o modo como condicionam a circulação dos ventos pode ser bem atestada aqui. Confesso que a exploração desta página me tem dado um jeito enorme para explicar aos meus alunos os percursos marítimos dos descobrimentos.

Espero que fiquem tão entusiasmados como eu, apesar de nada ter a ver com Rebordaínhos que, ao que tudo indica, está coberta com o manto alvo da neve.

Uma boa semana para todos.

domingo, 13 de outubro de 2013

De regresso à apanha das batatas

Há já umas boas dezenas de anos que não tinha esta experiência. Verdade, verdade, o ano passado  porque o mano mais velho plantou algumas, já tinha começado. Mas pouco. Afinal aquilo foi uma brincadeira.
Mas este ano valeu a pena!
 Chegada a Vila Seco, as batatas do Artur estavam praticamente arrancadas.  A malta de Rebordainhos levanta-se cedo e… de manhã é que começa o dia. Acabadas as do Artur, comeu-se a bela merenda que a Ester teve a amabilidade de preparar.
 Depois, ainda em Vila Seco arrancaram-se as do Rafael e, porque era hora de almoço, ficámo-nos por sua casa onde nos esperava um belíssimo repasto digno dos tempos de antigamente.
Tomado o café rumámos até à tregaça. A camarada era grande e bem-disposta.



 A colheita? Não vos digo, nem vos conto! Tenho pena de não ter registado em fotografia os belos exemplares de batatas que ali se desenvolveram. Mas a avaliar pela quantidade de sacas conseguem imaginar, não?




ADOREI este dia. Fez-me lembrar o tempo em que os trabalhos dos meus pais e os do Rafael eram sempre feitos em conjunto. 

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

DESLUMBRAMENTO




Estas fotografias são da autoria do Mário Moscoso, tão transmontano como nós. Publico-as com a autorização da irmã dele, que é minha amiga. Deslumbremo-nos!

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As fotografias foram tiradas, a primeira,  em Oleiros, Gondesende, e as restantes duas, no souto bravo de Rebordãos.