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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

BEM-VINDOS

É do fundo do coração que dou as boas-vindas, a Rebordaínhos, a todos os naturais de Pombares.


 Por votação da Assembleia Municipal de Bragança, extinguiram-se dez das freguesias do concelho, situação que pode observar-se no mapa que copiei do Mensageiro.

 Não é por Rebordaínhos se manter como sede freguesia que deixei de me opor a esta medida que é meramente administrativa sem nada ter de reformadora. Os anseios dos moradores de Pombares (como os compreendo!) e que podem ver-se e ouvir-se no vídeo abaixo, eram os meus anseios quando se perspectivava a nossa extinção. Competirá à futura junta de freguesia zelar para mitigar mais esta vergastada sobre as populações rurais, gente para quem o abandono, o envelhecimento e a tristeza constituem a realidade substantiva.

Pombares é uma aldeia muito bonita. O vídeo não lhe faz jus. É muito bonita, mesmo! E o seu termo, a confinar com o de Rebordaínhos, é senhor de uma beleza de cortar a respiração. Pertence a Pombares o vale mais aprazível da região, Teixedo, lugar que tenho em tão alto conceito que se me afigura que não ficará atrás do jardim do Éden.

Rebordaínhos ganha, e muito. Esperemos que Pombares perca menos do que receia. Bem-vindos, pois, moradores de Pombares.
  in Sic Notícias, 27.09.2011

domingo, 28 de fevereiro de 2010

ECOS DE UMA LUTA




Já que estamos em maré de memórias…

Janeiro de 1975. A sigla PREC mal começava a ouvir-se porque o "Verão quente" do "companheiro Vasco" ainda demoraria alguns meses. Na imprensa as palavras acusam o tom da revolução que florira não havia, ainda, um ano. Os jornalistas buscam marcas da opressão salazarista pelos quatro cantos de Portugal e, no canto do Nordeste, chegam a Rebordaínhos, uma das terras que dera luta aquando da expropriação dos baldios durante os idos de 1958. Escrevem: “O que foi a repressão sobre a resistência heróica dum povo que lutou sozinho, mas unido, conta-no-lo Jaime Fernandes, que se manteve fiel à vontade dos seus vizinhos e irmãos de trabalho e preocupações”. Talvez tenha sido esta a primeira vez que, na História longa da sua existência, o povo de Rebordaínhos falou para leitores de Portugal inteiro através das páginas da revista Flama (de inspiração católica), uma das mais lidas no País. O Sr. Carlos e a D. Maria Teresa guardaram essas páginas e fizeram o favor de as oferecer para as podermos publicar, com o Rui a servir de medianeiro. Que nos dizem os porta-vozes da nossa gente?


Para que serviam os baldios?

Quando os baldios eram do povo nós vivíamos bem. Serviam para cultivarmos a batata de semente (de superior qualidade), o centeio, para pasto do gado e para cortar lenha. A Junta de Freguesia arrendava ao povo por parcelas de terreno. Com o dinheiro dessa renda melhorávamos os caminhos, a igreja, o cemitério (tio Jaime).

Esta casa do Povo foi feita com esse rendimento. Custou-nos aí cem contos há 25 anos (Sr. Carlos Chiote).

Só gados eram nove de ovelhas e treze de cabras (tio António Atilano).


A revolta contra o confisco dos baldios:

O povo reagiu quando o Estado se quis apoderar dos baldios, depois de estar tudo arroteado à força de enxadão e arado. O povo reagiu e foi lá escacar tudo. Partiram-se aí dezoito mil pinheiros (tio Jaime).

Fomos todos a Bragança, mas nada se resolveu (Sr. Carlos).

Foi uma medida para desgraçar a povoação. O engenheiro Matos foi o pior. Prendeu o meu pai e obrigou-me a pagar uma multa de dois contos porque eu andava com o gado na floresta. Falámos sempre no roubo que nos fizeram. Poucos trabalhadores da terra iam para lá trabalhar porque ninguém gostava daquilo. A primeira vez obrigaram o povo a ir plantar os pinheiros. Na primeira plantação cada um fazia o pior que podia para aquilo não ir para diante. Os Serviços florestais obrigaram-nos a plantar e nós quase o fizemos com a raiz para o ar (tio Eurico).

Fui preso pela PIDE porque não quis declarar quem tinha tocado o sino – e também nunca ninguém o declarou –, por ter acompanhado o povo na luta e, também, porque fui denunciado pelo guarda. Ele tinha má vontade contra mim, porque eu tinha um comércio e queria que eu lhe fiasse e eu não lhe fiava. A PIDE veio por mim e levou-me e ao Raul Pereira no jeep para a esquadra em Bragança. Ali nos tiveram dois dias e depois levaram-nos para o Porto (tio Jaime).


Esperanças

Não tenho coragem de pegar naqueles pedaços de texto. Leia cada um e conclua para si. Tanto lutou a gente por terra para, agora, haver tanta terra sem gente para a ter ! Atente-se nas fotografias. Quantos são os sobrevivos? Eu nem sei o que dói mais, se as saudades dos que partiram, se a constatação de um futuro que não veio.

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Quem me diz onde foi tirada aquela fotografia publicada na pág. 4? É que não faço a mínima ideia!

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

PEREIROS

A eloquência do autor deste artigo deixa-me impressionada e gostaria muito de conhecer o nome que se esconde por detrás da sigla: G. E. - o mesmo que assinou a crónica sobre Rebordaínhos. Nesta escrita existe grandeza porque o pensamento foi amadurecido e as palavras escolhidas com critério. Tudo tão longe da jactância e da pouca gramática que os jornais nos oferecem hoje em dia! Este homem (suponho que seja homem...) bem merecia ver reunidas e publicadas em livro as maravilhas que assinou sob o título genérico de "Pelourinho".

Agora, os Pereiros, povoação onde reside o único fidalgo do concelho (estou pronta a alterar esta frase se me provarem que o Sepúlveda morava na "Quinta"). Era dia da festa de Santo Amaro. Há cinquenta anos, talvez fosse, ainda, o Sr. P. Amílcar a presidir à missa em honra do santo padroeiro. Ou seria, já, o Sr. P. João? O sino tocava no mesmo "timbre honrado e limpo" que hoje lhe conhecemos mas, se o tempo estava de dilúvio, é provável que se não ouvisse em Rebordaínhos.

A igreja dos Pereiros sempre me encantou. Tem uma arquitectura sóbria mas de estilo seguro, escapando à construção tradicional das redondezas. A arquitectura e a dimensão - grande para o número de pessoas da aldeia - mostram que, ali, ou houve abundância, ou existiu algum patrono dedicado. Mesmo assim, a terra continua a dar "a pedir de boca"; só não há gente, porque essa não nasce da terra, apesar de nos dizerem que viemos do pó.

Novidade, para mim, é o uso extemporâneo do adro como cemitério. Essa prática foi proibida em meados do séc. XIX e até deu origem a uma guerra-civil, que foi a Maria da Fonte, e a um romance ternurento que é A Morgadinha dos Canaviais de Júlio Dinis. É caso para fazer pensar muito!

Os garotos dos Pereiros (e, já agora, os dos Vales) eram verdadeiros heróis. O que eles tinham que trepar para chegar à escola! Aquela estirada, serra acima, é de cortar o fôlego e os caminhos assustam em certos dias de Inverno, quando a água corre brava pelos barrancos e o vento do Norte assobia medos por entre as carvalheiras. Mas eles tudo venciam e metiam-se a caminho, segurando os livros numa mão e a sacola da merenda na outra. Só a neve de mais de metro os fazia faltar. Eram uns valentes e bem merecem o elogio.

A gente dos Pereiros distingue-se pelo azul dos olhos. É um azul profundo e intenso como o céu dos dias mansos de Verão. Olhos assim tão belos, só me lembro que fossem os do meu avô. Como poderia não lhes querer bem?
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Nota de edição: se alterar aquilo que escrevi, os comentários ficam sem sentido. Faço aqui a devida ressalva: o "Fidalgo" dos Pereiros era-o, tão-só, de nomeada e as pessoas tratavam-no por "Sr. Imbertinho", alfaiate de profissão. Talvez daí lhe viesse a fidalguia, do não sujar as mãos na terra.
Nova ressalva - o Carlos Pereira corrigiu o nome do "fidalgo": é sr. Emílio! Desta vez não há que duvidar, porque antes de fazer esta emenda consultei o povo de Rebordaínhos (actual. em 20/04/2010).
De ascendência verdadeiramente fidalga era o Sr. Sepúlveda cujos avoengos são referidos por Camões em Os Lusíadas (e também na História Trágico-Marítima). Pelos vistos, tinha residência fixa na Quinta de Vila Boa e era pessoa dada ao convívio com toda a gente.
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Reparo que ninguém me corrigiu num erro que cometi propositadamente: queria "provar" como, nas nossas cabeças, Rebordaínhos continua a existir com a ancestralidade de concelho. Nenhum de nós (nem os nossos pais) vivemos essa realidade que, apesar disso, está vincada em nós com o valor das certezas. Registe-se, assim, que o tempo das nossas ideias está desfasado século e meio do tempo político da divisão administrativa do País. Isto não faz de nós seres estranhos, pelo contrário, demonstra uma certeza da História, a de que não existe um tempo, mas sim vários tempos em simultâneo. Queiram desculpar a rasteira e a prelecção.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

CORES E O MAIS QUE FOR

Na literatura chamam-lhe sinestesia mas não tenho ideia se na fotografia existe algum termo que lhe possa ser equiparado. Atentemos, porém, na quantidade de sensações que se apoderam de nós quando olhamos para esta fotografia: de imediato, a nossa memória acrescenta extensão àquele emaranhado de silvas que coroam o muro da terra do Sr. Lopes e que acolhem nas suas vergônteas as peças de roupa que as mulheres acabaram de lavar. As mais alvas reflectem a luz do Sol, como se fossem luas pequenas. Qanto esforço terá sido feito a batê-las e a esfregá-las para ficarem assim? Estais a ouvir? Lá estão elas, as mulheres, ora esfregam, ora batem, depois enxaguam e torcem. Se for lençol, é certo e sabido que estará uma em cada ponta, torcendo em sentidos opostos. A água sairá em pequenas bolhas que transportam o ar. Ambos ficaram sem espaço, tão grande é o arrocho. Ar e água murmuram, zangados. Estais a ouvir? Agora sacodem o lençol, erguendo os braços e agarrando o rolo pelo meio, para que não toque o chão. Será estendido de imediato e o Sol vai aclará-lo ainda mais. Tudo rescende a lavado e a frescura. Nas nossas mãos sentimos aquela sensação boa do contacto ligeiramente áspero do linho de que é feito o lençol. O conforto apodera-se de nós. Não sentis? A garotada, por momentos livre da atenção da mãe, corre e grita, trepa à fonte e esgaça a roupa. O lombo da fonte é um escorrega e deixa-se cair com gosto, porque o tombo será amparado pelos tufos de junco que lhe crescem ao pé.

Vejo, cheiro, oiço e sinto e percebo como é bom. E vós?

Hoje deu-me para isto. Tende lá paciência!

Já agora, quem é a garoteca encarrapitada no cimo da fonte?
É a Zeza do Rafael e da Ester!

domingo, 24 de janeiro de 2010

HÁ CINQUENTA ANOS



Aqui atrás, o Filinto referiu-se a um artigo do Mensageiro que prometi publicar. Aqui fica ele, sob a forma de imagem porque não encontrei melhor modo de o conseguir fazer.

O texto, que é primoroso (fora o erro de chamar cruzeiro ao pelourinho), suscitou-me alguma perplexidade que gostaria que me ajudassem a resolver. Ele é, do início ao fim, o retrato vivo das minhas memórias, exceptuando as passagens sobre a escola, o cemitério e a casa do povo. A minha perplexidade nasce do cotejo dessa realidade com aquilo que nos era ensinado na escola.



Todos nos lembramos bem dos textos dos livros de leitura e muitos recordarão as aulas ministradas através de uma série de cartazes intitulados, colectivamente, A Lição de Salazar. Esses cartazes, de elaboração impecável, datam de 1938 e foram criados para comemorar os dez anos de Salazar no poder. Aos professores primários foi dada a incumbência de os levantarem no distrito escolar da sua área e de, na aula do dia, explorarem os temas indicados.

Façamos o exercício de comparação, lembrando que as frases citadas foram escritas em 1960:

Uma casa do povo também lhe vinha a jeito. (…) Esse benemérito organismo corporativo, desde que rodasse nos eixos, distraía-os, sem os inconvenientes dos tascos.
As ruas é que estão como antes – lençóis de [l]ama, para calcetar.
Assim permaneceriam durante longos anos.
Convém lembrar que a Constituição de 1933 determinou que Portugal era uma república corporativa, integrando-se as casas do povo no conjunto das corporações económicas. Daquilo que se lê no artigo, deduzi (não o sabia!) que, para termos casa do povo, mudámos o nome à casa da Junta, mas já depois de Janeiro de 1960.


O cruzeiro passou por ele 1940 e ninguém se lembrou de o restaurar.

G. E. refere-se a 1940 porque o Estado Novo, a propósito da comemoração do duplo centenário (assunto já aqui referido nos comentários sobre o dia de N.ª Senhora da Conceição), lançou um intenso programa de reconstrução dos edifícios nacionais. Ao pelourinho de Rebordaínhos pegou-lhe o sr. Jaime porque ameaçava ruir (isto disse-mo o meu irmão, pois eu não sabia).


Para chegar, ainda temos de andar, quase uma hora, trupa! Trupa!, por uma ladeira suave.
Assim fiz eu a viagem, da primeira vez. Depois, já uma estrada arrasada de lama (ainda não fora empedrada) me levou arrastadamente.


Eu, que nasci quase ano e meio depois da publicação deste artigo, palmilhei durante muitos anos a estrada de terra batida que nos ligava a Rossas, negra até chegar a Arufe e clarinha daí para baixo.

A perplexidade transforma-se em mistério a resolver: como é que, vivendo esta realidade que, na escola, lhe diziam que não existia, o povo de Rebordaínhos estremecia tanto Salazar? Quem me ajuda a compreender? Obrigada àqueles que o fizerem.

sábado, 25 de outubro de 2008

Há trinta e tais...


Na página da Direcção Geral dos Monumentos Nacionais existem duas fotografias do Pelourinho de Rebordainhos - aquelas que reproduzimos aqui - e que irão, também, substituir a primeira que publicámos, cópia de muito inferior qualidade de uma das presentes.

Foi o Evaristo que fez o favor de no-las enviar e de identificar os três raparigos que lá estão. Cito-o numa informação que me parece importante. Diz ele: ambas foram tiradas pelo ténico dos MN após o tio Jaime informar que, por ameaça de ruína, iria cimentar os degraus da base: era Inverno (não sei se 70/71 ou 71/72).

Vamos, agora, ao desafio: quem identifica os raparigos e os ganapos fotografados?

(Para os mais distraídos: clicando sobre a imagem ela abre-se em tamanho maior)

Fátima Stocker

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Aldeia dos Pereiros

Era nossa intenção já ter colocado no Blog algumas fotos da aldeia dos Pereiros. A oportunidade de lá nos deslocarmos surgiu no fim de semana que passou, e lá foi a equipa do Blog (quase completa, com o seu amadorismo bem patente na qualidade das fotos, mas com o entusiasmo que lhes é peculiar) fotografrar a aldeia e a sua pouca gente (14 habitantes).
O sossego do local, a extraordinária beleza da paisagem envolvente cheia de matas de carvalhos, pequenos terrenos com pão semeado, o gado a regressar do pasto pela rua principal, aliada à afabilidade sóbria das suas gentes, torna este local em magia ou sonho que as nossas máquinas não conseguem certamente reproduzir.
Das fotografias que obtivemos fizemos este pequeno filme. Alguma coisa aconteceu de errado (certamente a mudança de cartão na máquina fotográfica) e as fotografias, embora tiradas a 9 de Junho de 2008, aparecem como sendo de 2004... Dado que os nossos conhecimentos nesta matéria são escassos, e não querendo perder as imagens, decidimos publicá-las mesmo assim.

(sugerimos que visualizem as imagens abrindo a música que está na faixa lateral do blog)

Viideo da aldeia dos Pereiros -9/06/2008




Visualizar fotografias de paisagens da Aldeia


Homenagem às gentes e à terra dos Pereiros

Os membros do blog

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Pelourinho

Ora aqui vai uma imagem do nosso pelourinho que, penso ser muito mais antiga que as outras todas. Trata-se duma reprodução inserida numa colecção de calendários. Os originais formam um conjunto de quadros representando os pelourinhos do distrito de Bragança.
A menina com a cesta no braço, emigrou posteriormente para o Brasil. E, segundo me disse em tempos minha mãe, é uma irmã da tia Zulmira e, como tal nossa prima também.
O local onde se ergue hoje o Pelourinho, sofreu intervenção por parte da actual Junta de Freguesia e,está muito bonito. Lindíssimo como sempre.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Rebordaínhos - Apresentação da Freguesia

fotografia antiga do Pelourinho e Igreja Matriz
A Freguesia de Rebordaínhos é composta pela aldeia de Rebordaínhos (sede da Freguesia,) aldeia dos Pereiros e pelos lugares de Arufe, Vales e quinta de Vilas Boas de Arufe

localização da FREGUESIA
Nordeste Transmontano "Terra Fria"
Concelho e Distrito de Bragança
Serra da Nogueira
Dista 22 Km da sede do Concelho -
Lat:41.688744º N - Long. 6.868176º W
Altitud +- 1000m
A 4 Km da saída de Rossas no IP 4

DADOS GERAIS


>Padroeira: Santa Maria Madalena;
População: +- 190 habitantes;
Eleitores: +- 240;
Área: 13 km2;
Actividades Económicas: Agricultura, Pastorícia, comércio de gado (bovino e ovino), industria de Panificação e pequeno comércio
Gastronomia: Enchidos, folar da Páscoa casulas e roscas;
Movimento Associativo: Associação Social, Cultural e Recreativa de Rebordaínhos; Zona de caça associativa de Rebordainhos
Fauna: Javali, coelho, lebre, raposa e perdiz;
Flora: Castanheiro, carvalho e pinheiro;
Locais de Interesse Turístico: Fraga da Ladeira, Fraga do Berrão e Cabeço Cercado;
Ecologia: Serra da Nogueira (integrada na rede Natura 2000)
Percursos; Percurso Pedestre dos Pereiros

Composição da Junta de Freguesia

Presidente
Albino Alves Rodrigues - PPD/PSD
Secretário - Emília Carolina Fernandes Caminha - PPD/PSD
Tesoureiro - José Afonso Moreira - PPD/PSD

Composição da Assembleia

Presidente - Olga Marília Fernandes Pais - PPD/PSD
1º. secretário - José Jorge Martins Caminha - PPD/PSD
2º. secretário - Fernando Nascimento M. Alves - PPD/PSD
Vogal - Rafael António Baptista - PPD/PSD
Vogal - Alcino Benjamim Pereira - PS
Vogal - Adriano Augusto Martins - PS
Vogal - Tarcisio Manuel Martins - PS

Esta página foi actualizada em Setembro de 2008

Para mais informação consulte: J. F. Rebordainhos
(Informamos que a mesma tem alguma informação desactualizada)


Aldeia de Rebordainhos
(sede da Freguesia)

aldeia vista da Serra (poente)

Galeria de fotos antigas da Aldeia


Visualizar mais fotos

Aconselhamos vivamente a abrirem os lins do Blog (mapa com lugares marcados, página da Junta de Freguesia se quiserem saber mais sobre a Freguesia


Pelourinho e Igreja Matriz

Considerado imovel de interesse público em 1933

Ver mais fotos da Igreja e do Pelourinho


Aldeia dos Pereiros

Igreja dos Pereiros


Zona ocidental Sul da freguesia


Percurso pedestre dos Pereiros
Este percurso pode iniciar-se quer em Pereiros quer em Pombares. Deverá ser feito no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio. Iniciando em Pereiros, iremos subir em direcção à Fraga Rachada, contornando o Cabeço e apreciando a beleza do vale que se abre à nossa esquerda. A vegetação é abundante sendo salpicada pontualmente por lameiros verdejantes. A Igreja Paroquial de Pombares, invocada a S. Frutuoso, é um templo de porte mediano e traça austera, a um gosto possivelmente setecentista. Ladeiam-no, quais gigantescas sentinelas arbóreas, dois altivos e melancólicos ciprestes ...
Nota: Este texto foi retirado da página da Câmara Municipal de Bragança, onde também se pode obter o percurso pormenorizado e o respectivo mapa. Já fiz o percurso várias vezes e é de uma beleza indescritível, em especial Teixedo que, com as suas habitações em ruínas e a capela (que está conservada), oferece paz para a alma e regalo para a vista.
Estive agora mesmo a ver um artigo no Diário de Trás-os-Montes sobre Rebordaínhos (existe ligação a ele na lista de links) está interessante e fiquei a saber mais alguns pormenores sobre a aldeia, mas algumas das informações nele contidas deixaram-me duvidas, por exemplo, não ere os lugares de Arufe, Pereiros e Vales como fazendo parte da freguesia, por outro lado dá a antender, noutro trecho, que Vidoedo e Lanção, fazem parte da mesma, e não fazem. Fica aqui a correcção..

Lugar de Arrufe

Zona Oriental Norte da Freguesia - Capela de Santo André
Arufe já teve foral, veja no blog em etiqueta Arufe, post sobre o assunto


Quinta de Vilas Boas de Arufe






Zona Oriental Sul da Freguesia

Casa Solarenga e Fonte Romana

O emprendimento turístico da Quinta de Vila Boa de Arufe , a ser construído na freguesia de Rebordaínhos, no concelho de Bragança, será composto por um conjunto de 19 unidades de alojamento, sob a formade aldeamento turístico, tendo como apoio funcional o Solar a ser remodelado para Restaurante e zona social. As 19 unidades de alojamento terão a forma de moradias, sendo também constituído por um S.P.A., Piscina, havendo ainda lugar ao apoio agrícola desenvolvido pelo próprio empreendimento.
O Empreendimento deve primar pela elevada qualidade, tendo uma arquitectura que emprega materiais tradicionais da região, designadamente xisto e granito. A sua localização estratégica, de fácil acessibilidade a partir do IP4, e a fauna e flora circundantes (castanheiros, pinheiros, faias, carvalhos) fazem do Empreendimento Turístico da Quinta de Vila Boa de Arufe um lugar para o contacto directo e privilegiado com a natureza.
Fotos de cavalos

Lugar dos Vales

Zona Ocidental Norte da Freguesia


VALES - São menos de meia dúzia de habitantes na zona Ocidental Norte da Freguesia. Nunca foram muitos mais, como pode ver-se pelo reduzido número de casas.

O lugar é de um sossego quase mágico. O chilreio das aves e o soprar do vento são os companheiros afectuosos de quem visita o sítio.
Ver mais fotos do lugar


ENTRE QUEM É!