quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

BOLINA

BOLINA



Quebrei aquela grande onda
Que rasguei ao rebentar
E no momento de a devolver
Fui com ela navegar.

Já sem vela nem cordame,
Nem timoneiro ao leme,
Fui lentamente e ao de leve
Para que ninguém me chame.

Naquela térrea carcaça,
Com bolinantes ventos fora,
Me arrastei no frio lastro,
E assim me fiz de barcaça.

Fui barco de casco duro,
Que nem rochedo nem muro,
Me impediram de amar,
As ondas nos contos
Que tu prolongas.


Humildemente

Orlando

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

O NOSSO JOÃO PARTIU


Anteontem, dia 26 de Janeiro o nosso João partiu.
Quisera ter habilidade para as letras e, assim poder transmitir-lhe a admiração que sentíamos por ele. Também não tive cabeça para memorizar as belíssimas palavras que a nossa irmã Tina lhe dedicou no cartão que acompanhou as flores oferecidas por todos os cunhados. Apenas retive umas que diziam mais ou menos assim “…obrigada por teres sido um dos Pereiras”.
Das muitas iniciativas que ele teve, este blog é sem dúvida aquela pela qual nós nutrimos mais carinho.
Porque adoptou a nossa aldeia como sua (costumava dizer que os locais que mais gostava eram Rebordainhos e o mar), vamos todos colaborar para que este espaço continue com a força e qualidade que ele tanto gostava?
Amigos, contamos convosco.
Para ti João, apenas te digo, até um dia e obrigada por teres sido quem foste.
Augusta

sábado, 24 de janeiro de 2009

ARES DA SERRA

VIII - O ZEQUINHA LELÉ E GARRETT

por

ANTÓNIOAUGUSTO FERNANDES



Mal acabara de largar o calçonico rachado para entrar no bê-a-ba, e logo aí pela segunda classe, na velha escola da Portela, calhou-me de acamaradar com o pândego do Zé Manel da tia Laurinda, vulgo o Zequinha Lélé, pequeno pastor de profissão e estudante de primeiras letras nas horas vagas. Ele já por lá andava quando eu cheguei e por lá ficou ainda a lutar denodadamente pelo diploma da quarta classe quando levantei arraiais para outros climas.

Cabeça granítica para letras e algarismos, é verdade, mas um artista, o Zequinha! Sim, senhores, um verdadeiro artista! Visceralmente avesso às operações aritméticas, às serras de Portugal e aos ramais dos caminhos-de-ferro e mais ainda ao frete estuporado dos ditados, era vítima permanente de serviço à férula do senhor Francisco Ribom. Mas portava-se como um valentaço de dez anos, fosse frente à palmatória, sem verter lágrima depois de meia dúzia de bolos, fosse a levar o caldo ao pai, perdido por lá com as ovelhas. Quando as sombras começavam de se caldear com o negrume do casario, era homem para agarrar na marmita e num chuço de carvalho e de se embrenhar pelos Montes onde o pai, o tio Domingos, e os cães do gado guardavam as canhonas, sem medo a lobos ou almas penadas, uns e outras bastos por aqueles sítios, ao que se dizia. E por lá passava a noite nas cancelas, embrulhado numa manta dentro do carreto, se o frio já apertava, ou num pequeno respaldo de colmo virado a norte e sustentado por estacas num ângulo de quarenta e cinco graus, se estiava. Por estas valentias ele era o herói que eu invejava às escondidas.

Mas não só por isso. O que ele era mesmo, era um artista, a primeira de muitas personificações de Orfeu com que me foi dado topar nas andanças da vida.

Nas tardes de Verão, quando o sol marrava já na serra dos Pereiros, a calma declinava e os gados recolhiam ao remanso dos currais, da sua esconsa varanda de granito talhado a picão (que já não existe) fazia palco. De cócoras como os escribas egípcios, ripava do pífaro que ele próprio talhara em vara de calineiro e ali se entretinha a esparzir sobre a pacatez da aldeia, mofina nos seus casebres amodorrados na tristura do granito negro e do musgo das invernias, trilos melancólicos que falavam da terra e das ceifas, dos gados e das touças de carvalhos negrejando a sul, pelas encostas do Cabeço Cercado. E eu, analfabeto musical, pasmava para o pequeno protegido de Apolo que, pela sua flauta, dizia de si, de todas as coisas que argamassavam o nosso pequeno mundo e de outras que, não sendo deste mundo, povoavam as histórias fantásticas do ti Zé Miguel nos serões de Inverno.

Do pequeno novelo cinzento pousado no chão emanava música serena e animalmente, como cantam os tentilhões. De repente suspendia a musicata, largava pulo de gamo, espinoteava como jerico picado de atavão, lançava uma casquinada de fauno e arrebatava-nos para a pândega – travessuras em que a sua criatividade se transcendia e que, as mais das vezes, nos granjeavam umas boas nalgadas. Ou então escamugia-se, nem o diacho sabia para onde. E às horas do caldo, do alto da varanda, a tia Laurinda atroava os ares em brados sonoros como os que no Vale de Josafat hão-de acordar os mortos: Ó Zé Mmaneeeeeeeel!… E ele lá aparecia, com os seus vagares, quando muito bem calhava.

Mas a sua arte maior era a harmónica, a plebeia gaita-de-beiços, ou seja, o realejo, que ele trazia sempre dependurado de um atilho preso à presilha do cinto, não fosse o diabo sumi-lo pelos alçapões dos bolsos das calças surradas. Um amolgado realejo que o pai lhe comprara por cinco mil réis na feira dos Chãos, para o caçar ao pé de si pelos montes atrás das ovelhas.

Pequeno Mozart sem o saber, melodia que lhe embatesse nos tímpanos jorrava-lhe espontaneamente pelo realejo, mais corredia que o cantochão da tabuada ou a lenga-lenga das serras de Portugal.

E foi assim que, um dia, ele veio surpreender a malta da carica e da bilharda com uns versos muito mazorros e patriotiqueiros, ouvidos na Feira dos Chãos, esse espaço mítico do cosmopolitismo serrano, onde tudo se vendia e mercava, onde, a molhar o alboroque, se apanhavam pifos monumentais, onde se rachavam cabeças com a mesma naturalidade com que se talhavam melancias, onde cegos, vagabundos e marchantes faziam presentes todas as notícias trazidas do vasto mundo que ficava para lá das serras... Campestre, risonho, levemente escarnica e sério, como os jograis dos frisos góticos, ali, naquela tarde, depois da guerra com o ditado e a aritmética, nos despejou os versos que ouvira na Feira dos Chãos. Tocava-os no realejo e cantava-os de seguida para nós, seu público fedelho, encostados ao fueiro da bilharda ou de cócoras, deixado suspenso o piparote na carica, banhados em deleite e embasbacamento. Começava assim:

Vasco da Gama pró mar,
Coutinho para aviador,
Amália para cantar,
Garrett para escritor.


Passava nessa altura, suponho, o centenário da morte de Garrett e aquilo tornou-se numa espécie de hino que muitas vezes berrávamos heroicamente aos pinotes pelos quatro cantos do pátio da escola. Por isso se me quedou nos escaninhos da memória, como brinquedo escangalhado, essa quadra que assim rezava das glórias pátrias. Soava-me bem, caíra-me no goto: Garrett para escritor. Viessem de algum aedo ambulante, dos que pelos caminhos os vendiam em folhetos a cinco tostões, ou de algum poetastro da situação que tivesse revolvido imortalizar o evento, fosse quem fosse o ignoto bardo, o resultado é que os toscos versos tiveram o condão de introduzir Garrett no panteão privativo dos meus paradigmas pátrios, lado a lado com o Pedro Álvares Cabral e o Matateu, o Nuno Álvares Pereira e o tio Rasca dos Pereiros, o Camões e o Nuno, que já andava na quarta classe e que fez um verso que era assim: ó Cafarnaum, Cafarnaum, marco do meio mundo! Era um grande poeta o Nuno! Eu não percebia muito bem aquilo do Cafarnaum, nem por que diabo havia de ser o marco do meio do mundo, porque eu era dos pequenos da primeira classe, mas que o Nuno era um grande poeta não fazia dúvida. E sentia-me muito honrado, porque o Nuno era meu primo.

Pouco depois, ainda na primária, apareceu um outro motivo, mais forte ainda, para eu adoptar Garrett como meu poeta de eleição: durante as férias, que se estendiam do domingo anterior à Páscoa até ao domingo da Pascoela, nos dias de meia primavera, as menininhas da sala da D. Maria tinham por hábito convergir para o largo da Casa da Aula. Depois de cochicharem os últimos enredos e apreciarem com ar entendido as respectivas toilettes, armavam umas danças de roda só delas, interditas ao rapazio. Enlaçavam as mãos e desenhavam uma larga roda que ia ondulando ao sabor da melodia que entoavam nas suas vozitas de soprano ainda a cheirar a leite, fazendo esvoaçar como arvelas coloridas os laçarotes do cabelo. E essa melopeia, assim esparzida no langor do entardecer, que se me coalhou na memória ligeiramente nublada da infância, foi a definitiva sagração do meu Garrett. Cantavam assim as petizas:

Eu tinha umas asas brancas
Asas que um anjo me deu
Que em me cansando da terra
Batia-as, voava ao céu.

E não é que as mocinhas, levantando e baixando os bracitos, ondeando na luz branda do entardecer, tinham mesmo asas!


Eram brancas, brancas, brancas
Como as do anjo que mas deu...
.........................................
Cegou-me essa luz funesta
De enfeitiçados amores...

Eu não atinava lá muito bem com essa coisa da luz funesta, mas enfeitiçava-me de mistério e, quando a cantoria descaía para tom menor, bem adivinhava que algo de terrível iria, por certo, acontecer.

O ritmo abrandava, a melodia fundia-se na quietude da tarde e vinha o remate, muito lento, muito triste:
E as minhas asas brancas
Asas que um anjo me deu
Pena a pena me caíram,
Nunca mais voei ao céu.

As sílfides baixavam as asas, findava o bailado e, pelos ares, como penas brancas caindo de asas brancas, volteavam, sacudidas pela flébil brisa vespertina, as pétalas brancas das cerejeiras bravas que cresciam no pátio da escola.

Foi assim que a poesia me bateu à porta e Garrett se me tornou alguém familiar.
Pouco depois, para que a magia se adensasse, aconteceu-me ainda aquele Pescador da Barca Bela que aparecia num certo manual que tinha na capa uma parelha de criancinhas muito louras e aplicadas sobre um livro aberto:

Pescador da barca bela
Onde vás pescar com ela
Que é tão bela,
ó pescador?

Como eu fantasiava as ondas do mar que meus olhos serranos nunca haviam contemplado e transfigurava a barcaça que ilustrava o poema e me apavorava das desgraças vindouras do pescador!... Ainda que nada soubesse de sereias nem das artimanhas com que é usança sua (ainda hoje) enfeitiçarem os pescadores, vagamente intuía que pescadores somos todos nós e que a vida não é para brincadeiras.

Nos dias que correm, menos disponível para esse sortilégio da poesia e empedernido na profissão de esquartejar textos em busca de predicados e complementos circunstanciais, volto a subscrever totalmente o Garrett da minha infância, saudando o Zequinha, pequeno e bárbaro bardo que mo revelou com o seu realejo. E ainda hoje, quando adrega de me soar a música dos versos de Camilo Pessanha

Só, incessante, um som de flauta chora,
Viúva grácil, na escuridão tranquila, /…/

é ainda a flauta do Zequinha Lelé que eu ouço, vinda da infância, das sombras do crepúsculo e do cimo das escadas da tia Laurinda, borbulhando velhas melopeias que faziam da pobreza desses tempos pedaços de paraíso que eram nossos sem que disso tivéssemos consciência.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Para a tia Helena

A tia Helena partiu. Deixo-lhe aqui o que lhe escrevi há quase três anos, para que possa ler do Céu!

........................... Esta flor é para si
........................... que não pode ler o que lhe escrevo,
........................... que talvez não saiba que hoje é o seu aniversário
........................... e, menos ainda, que completou noventa anos!

........................... Parabéns, tia Helena!

jasmim.JPG

........................... Os parabéns não são só para si;
...........................
são para mim, que a tenho
........................... e a tive sempre, acompanhando-me -
........................... sombra corpórea de minha mãe.

........................... Sei que se alegrou com as minhas alegrias
........................... mais do que eu própria;
........................... que se afligiu com os meus tropeções
........................... mais do que eu me feri;
........................... que acreditou em mim
........................... mais do que eu supunha valer
........................... e que me amou
........................... mais do que eu a mim mesma.

........................... Os parabéns são para si e são para mim, que continuo a tê-la!


Fátima Stocker, 12 de Março de 2006

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Reis ( complemento)

Caros amigos:
Porque ontem (hoje), o post dos Reis ficou incompleto, aqui vai o complemento, com um pedido de desculpas.
Augusta Mata
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domingo, 11 de janeiro de 2009

DIA DE REIS EM REBORDAINHOS




Em tempos idos, o dia de Reis em Rebordainhos exercia na miudagem uma multiplicidade de sentimentos. Por um lado, existia a curiosidade em saber quem era a pessoa que vestia aquele fato tão estranho, mas por outro inspirava um sentimento de medo, uma vez que nesses tempos os mais velhos costumavam dizer-nos que não se podia saber quem era o careto porque, se algo acontecesse, alguma maldição ou acidente de percurso, e o rapaz morresse com o fato vestido, a sua alma iria direitinha para o inferno.
“Diziam que assim que põe a careta, traz o diabo vestido” – lembrou-nos a Lurdes.
Assim, o careto naqueles tempos, nunca destapava a cara, que ocultava com aquela máscara de lata pintada de vermelho. Para assustar ainda mais, os “olhos” eram realçados por umas olheiras brancas e um azul intenso …
“Então, não pode tirar a máscara porquê? O careto sem máscara é um homem como outro qualquer!”- afirma o Toninho Rodrigo
Bem, às raparigas mais velhas, era vê-las correr e esconderem-se para não serem chocalhadas pelo careto, que corria, saltava à frente dos cantadores dos reis. Depois, uma vez entrado em qualquer casa, pedia: “chouricinha, chouricinha”, enquanto encimava a foice que trazia numa das mãos em direcção aos chouriços que secavam no fumeiro. E dali não saía sem uma chouriça, ou salpicão, mais uma moeda espetada na maçã que trazia na outra mão.
Bom, mas comecemos pelo início. O dia de Reis, celebra-se habitualmente no dia convencionado no calendário. No entanto, se esse dia coincidir com um dia de trabalho, então passa para o domingo imediatamente a seguir.
O responsável pela sua organização é o mordomo das almas que é nomeado pelo mordomo do ano anterior, no dia 1 de Janeiro. Este ano, calhou a vez ao Sr. JOSÉ FERNANDES, que, tal como os outros em anos anteriores, de imediato começa a sua função juntando os cantadores ao serão em sua casa para os ensaios, e que no dia tem por missão a recolha das esmolas para as almas.
O próprio dia começa com um “mata – bicho” reforçado em casa do mordomo. De seguida dirigem-se à porta principal da igreja onde começam por rezar às almas e cantam também uma ou duas estrofes.
Depois começa a volta ao povo, sempre encaminhados pelo careto. Ele traça o rumo, e anuncia a sua chegada com as chocalhadas.

Conforme o desejo dos moradores, numas casas rezam por quem já partiu deste mundo, e noutras cantam uma ou duas quadras.
De visita aos moradores próximos do cemitério, interrompem a jornada para, à porta deste rezarem por todas as almas que ali têm os seus corpos sepultados. Acabam a sua caminhada a cantar os reis em casa do mordomo onde os espera um almoço melhorado. A tarefa de o confeccionar coube este ano à FERNANDA (esposa do ZÉ)
Tomando conhecimento desta tradição, o ano passado, o sr padre fez questão que os cantadores também cantassem na Igreja. E , tal como no ano anterior, também este ano, os reis foram cantados na Igreja.


Não podíamos acabar sem uma referência especial aos cantadores. Foram eles: FRANCISCO MARTINS; CASIMIRO PIRES; MANUEL FERREIRA E ANTÓNIO PIRES (o Toninho da sra Margarida).
O careto, continuou a ser muito bem representado pelo ROGÉRIO

Nota: O fato já não é o mesmo que conhecemos noutros tempos. Está bastante diferente. Mas, para que a memória persista, fotografámos os dois anteriores, bem como a antiga máscara.

.............................E já agora, aqui estão algumas das estrofes cantadas

...........................................Em tais festas como estas,
...........................................Cantam-se os reis aos fidalgos,
...........................................Também nós os cantaremos,
...........................................A estes senhores honrados.

...........................................Ó Virgem Santa Maria,
...........................................Vós sois a estreta do mar
...........................................Sem a vossa protecção
...........................................Não podemos navegar

...........................................Oh! que rico cacho de uvas,
...........................................Criado em Santarém,
...........................................Oh! Valha-me Deus que assim tarda,
...........................................Este vinho que não vem.

...........................................Oh! que rico pinheirinho,
...........................................A que porta foi nascer,
...........................................À porta destes senhores,
...........................................Que nos vêm dar de beber.

...........................................Venha vinho venha vinho,
...........................................Que eu água não sei beber,
...........................................A água tem sanguessugas,
...........................................Tenho medo de morrer.

...........................................Rei Gaspar e Baltasar,
...........................................São três reis com Belchior,
...........................................Todos os três vão adorar,
...........................................Jesus Cristo Redentor.

Milita; Tilinha e Augusta

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sábado, 10 de janeiro de 2009

O Baile



Serenamente caía sobre mim e fui-me vestindo de branco – manifestação de alegria pura!



Entreguei-me nos braços da neve e ela envolveu-me com a ternura dos amantes. Extasiei-me com ela e dancei ao som da música do vento, e era o vento que nos guiava pela rua que estava escura.

De madrugada, todos os passos estavam marcados, denunciando o enlevo prolongado.

Na neve nem sempre se passa incógnito.
Fátima Stocker, Jan. 2005

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Prémio Dardos

A Web é um mundo enorme! Sabemos quantos nos visitam mas não sabemos quem, até que um dia, do outro lado da rede, os visitantes decidem dizer: estive aqui! Foi isso que fez o Alexandre Castro, o brigantino do "Viver um Conto". Mais: decidiu atribuir-nos um prémio (não sei quem o criou), aquele que pode ser visto e lido abaixo. Já visitei a página do Alexandre e, porque gostei do que vi, aconselho a que, querendo e podendo, os nossos leitores o façam também.

Obrigada, pois, ao Alexandre do http://viverumconto.blogspot.com/



Informações sobre o Prémio Dardos

Com o Prémio Dardos reconhecem-se os valores que cada blogger emprega ao transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais... os quais, em suma, demonstram a sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre as suas letras e os seus pensamentos logicamente escritos.

Estes selos foram criados com a intenção de promover o salutar convívio entre os bloggers, uma forma de demonstrar carinho e reconhecimento por um trabalho que agregue valor à Web. "


Confesso que não transcrevi as regras, que são três, porque não vou cumprir uma delas!

Em nome do administrador, dos membros e dos colaboradores do Rebordainhos:

Fátima Stocker