domingo, 21 de julho de 2013

Festa a Sta Maria Madalena/convívio

Que eu me lembre nunca se tinha comemorado assim o dia da nossa padroeira. Bem, pelo que nos foi dito na missa, o dia é amanhã - 22 de julho. Mas, como hoje é domingo e a disponibilidade é outra optou-se, e muito bem por comemorá-lo hoje.
Sei que habitualmente se lhe celebrava uma missa mas, este ano, e por iniciativa do sr. padre Fontoura, para além da missa, acrescentou-se-lhe um convívio. Em boa hora o fez, e em boa hora os mordomos, Nando e Filipe souberam abraçar a ideia. E que bem resultou. Ora vejam.
Para o ano, e nos anos que se lhe seguirem queremos mais. Também assim se evidencia o nosso sentido de comunidade e de pertença a esta terra que é REBORDAINHOS.












































segunda-feira, 15 de julho de 2013

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Comemoração em honra de Santa Maria Madalena

Realizar-se-á no próximo Domingo, 21 de Julho, uma comemoração evocativa do orago da nossa igreja, e padroeira da nossa paróquia, Santa Maria Madalena. O programa é:
- Missa 11:30
- Almoço convívio (Sardinhada) para toda a comunidade de Rebordainhos (Após a missa) 
Apelo assim, à presença de todos os Rebordainhenses.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Natureza barroca



A arte barroca instalou-se na Europa, sobretudo a do Sul, essencialmente no séc. XVIII. Há quem não goste dela, mas eu gosto. É uma forma de expressão quase excessiva, dramática, na forma como recorre ao jogo dos contrastes (luz/sombra; claro escuro),  ao horror que tem pelo espaço vazio e à ruptura que estabelece com os cânones clássicos da linha recta, optando pela linha curva (em S ou C) ou pela linha recta quebrada/ interrompida. Se atentarmos no altar-mor da nossa linda igreja, lá encontramos tudo isso, à excepção da ocupação plena do espaço, talvez, por sermos pobres e o dinheiro não chegar para tudo quanto era preciso. 
Quanto a mim, tenho-me perdido vezes sem conta a olhar para esta capela da Igreja de S. Roque em Lisboa, tentando contar os anjos todos, mas perco-me sempre na contagem...

Hoje apeteceu-me fazer a comparação entre a arte barroca e a natureza cuja garridice é uma evidência, onde os espaços vazios não existem  e onde o contraste é marcante. A natureza é o barroco sublimado, oferecida aos Homens, de mão beijada. Pode ser que Deus nos tenha dado uma terra pobre, mas abençoou-nos com a plenitude da beleza. Ele sabe como equilibrar as coisas.
           
Eis, então, as fotografias prometidas, embora  pareçam  distantes, agora que a canícula chegou.  
























Lembram-se da maçacuca? 

Espero que tenham gostado!