sábado, 18 de julho de 2009

ROSTOS

VIII
Voltemos, então, às fotografias:

A Ana Jarrete mandou-me estas duas que são primorosas. Discuta-se, pois, quem são as pessoas retratadas.





1 - Tia Maria do Céu (avó da tia Eduarda)

2 - Tia Eduarda Seca

3 - Tia Anna da Natividade (mãe da tia Eduarda)

4 - Sr. Álvaro Gomes










1 - Tia Eduarda Seca

2 - Tia Anna da Natividade









O Rui Freixedelo, entristecido por ver o artigo Tonho do tio Arnaldo ilustrado com as fotografias que estão nas sepulturas do Sr. P.e João e da Sr. D. Denérida, mandou-me esta de toda a família, acompanhada de bem elaborada árvore genealógica. Aqui ficam:




1 - Sr. Ernesto
2 - Sr. D. Denérida
3 - Sr. P.e João
4 - Sr.a Virgínia
5 - Sr. Manuel

(fotografia de 1958)



Além disso, o mesmo Rui enviou estoutra fotografia que é a prova provada de que Rebordaínhos teve rancho folclórico. Belas moças e gentil moçoilo! As minhas desculpas àquelas de quem só se vê o cocuruto da cabeça.




1 - Isabel (da tia Julieta)
2 - Nando (da tia Áurea)
3 - Guilhermina (da tia Amélia)
4 -
5 - Guiomar (da tia Julieta)
6 - Lurdes (da tia Áurea) ? Nita (da D. Maria Teresa)?
7 - Lena (do tio Arnaldo)
8 - Júlia (do tio Eurico)
9 - Lucinda (da tia Amélia)
10 - Augusta (da tia Teresa)



A propósito desta fotografia diz a Augusta:
Deus meu! Não me passava pela cabeça que houvesse algum registo fotográfico desta época!
Bom, então vamos lá. Digamos que não se tratava mesmo de um rancho. Foi, antes, um grupo que se organizou a pedido do tio Jaime e do sr Herculano para se comemorar o dia da casa do povo. Claro que houve rancho e, até, uma peça de teatro inventada a partir de uma anedota. Os actores eram o Mário do sr. Orlando, D. Lucinda e eu própria.
Olhem só para os meus pés! Aquilo eram ligaduras! E a trabalheira que deu arranjar os rapazes!...Tivemos de usar de artimanhas. Os ensaios faziam-se na casa do povo no Outeiro. Havia sempre dois giradiscos: um para o bailarico e outro sempre pronto com a música da dança a ensaiar, caso aparecesse algum pai (ou mãe, que era o mais certo).
Mas portámo-nos mesmo bem! Tivemos direito a notícia de jornal e tudo.

35 comentários:

Anónimo disse...

Sim senhor! Um rancho e dos melhores. O maiestro Nando não parece muito satisfeito com o desempenho da bocalista N.º 10Augusta. Era o bairro da Portela, quem em maioria, se fazia ouvir, embora dançassem todas como verdadeiras profissionais, penso eu.. E os trajos? Ficam-lhe a matar. Lindas donselas - diriam quem as visse pela primeira vez. Alto lá; e para nós também. Não consigo identificar a N.º 4.Parabéns Meninas. Neste verão vão ter que dançar para nós todos. Bjs António Brás Pereira.

eduarda disse...

Quase apostaria a cabeça que a Nº1 da 1ª foto é a minha bisavo Ana.
Na foto do rancho também só consigo reconhecer a Nº 10 - Augusta.
Não lhe conhecia o jeito, mas que estava pimpona, lá isso estava.
Beijos todos

Anónimo disse...

Um grande obrigado ao Freixedelo pela amabilidade, e também pela homenagem, que estas gentes, seus familiares mereciam. Devo dizer que fiquei tão emocionado, que caiu uma lágrima pelo canto do olho. Sobretudo porque vi lado a lado a Sr.a Virginia e o marido Sr. Manuel. Na foto faltam a Sr.a Angélica, e o marido António Alves, porque residiam em França, falta também a Sr.a Lurdes e o marido, Fernando que viviam no Brasil. Pelo que se identifica O Sr. ERnesto e D. Denérida, Sr. Padre João e Pais Manuel e Virginia. Vou tentar imprimir as fotos porque infelizmente não tinha nenhuma. Mais uma vez do fundo do coração bém-hajas Fátima e Freixedelo. Um abraço, António Brás Pereira

Olímpia disse...

Só vou dar palpites em relação à fotografia do rancho.
Ora aqui vai:
nº1 - Isabel
nº2 - Nando da Áurea
nº3 - esposa do Nando ( imagine-se que, já na altura, juntos!)
nº5 - Alexandra?
nº6 - Lurdes da Áurea
nº7 - Lena do tio Arnaldo
nº8 - Júlia, ou Fátima do tio Eurico
nº9 - Lucinda
nº10 - Augusta
Beijos
Olímpi

Augusta disse...

Deus meu! Não me passava pela cabeça que houvesse algum registo fotográfico desta época!
Bom, então vamos lá. Digamos que não se tratava mesmo de um rancho. Foi antes um grupo que se organizou a pedido do tio Jaime e do sr Herculano para se comemorar o dia da casa do povo. Claro que houve rancho, e até uma peça de teatro, inventada a partir de uma anedota. Os actores eram o Mário do sr. Orlando e D. Lucinda e eu própria.
Olhem só para os meus pés! Aquilo eram ligaduras. E a trabalheira que deu arranjar os rapazes!...Tivemos de usar de artimanhas. Os ensaios faziam-se na casa do povo no outeiro. Havia sempre dois giradiscos: um para o bailarico, e outro sempre pronto com a música da dança a ensaiar, caso aparecesse algum pai (ou mãe, que era o mais certo).
Mas portámo-nos mesmo bem! Tivemos direito a notícia de jornal e tudo.
Obrigada ao Rui, pela foto e à Fátima pela publicação

Fátima Pereira Stocker disse...

Tonho (Braz)
Dadinha
Olímpia

Obrigada. Já acrescentei as vossas propostas.

Beijos

Fátima Pereira Stocker disse...

Augusta

Uma vez que fizeste a reportagem, resta-me adicioná-la ao corpo da mensagem. Sempre lhe dá outro colorido.

Beijos

Fátima Pereira Stocker disse...

Então, além da Dadinha, mais ninguém se atreve a propor nomes para as duas primeiras fotografias?

Com a minha habitual cara de pau, aí vai uma proposta para a 2.ª fotografia:

1 - tia Eduarda Seca
2 - Mãe da tia Eduarda

Anónimo disse...

È assim, quanto aos meus palpites, muitas vezes errados, admito, mas torna-se mais forte que eu ficar calado.
Na 1ª foto, vejo quase com certeza a Marquinhas,com o Nº 3, e diria por intuição o rapaz o Fernando, sem certeza, mas que é um pimponasso, lá isso é. Na foto das meninas, não sei se a Guiomar mulher do Bagueixe, também se chama como vós dizeis, A N.º 4 parece-me a Lurdes irmã da Céu, a Augusta é que deve saber com certeza. Com que então dançavam, em vez de enssaiarem! Vê-se o resultado, no vosso futuro de Bailarinas.Mas que estavam pimponas não resta a mínima dúvida. Parabéns com um abraço: António Brás Pereira

Augusta disse...

Meninos:
por estranho que pareça, e apesar de já ter dado voltas à cabeça, não me recordo o nome da pessoa nº4. Que me desculpe, caso leia este blog. A cara é conhecida mas... já lá não chego. E este era o grupo dos mais novos (excepto eu, a Isabel, a Lurdes e a Lucinda). Havia também o grupo dos mais espigados.
Foram tempos bons, tempos de união, onde os mais velhos apoiavam os mais novos, e orgulhavam-se deles, apesar dos sermões, como não poderia deixar de ser! mas no fim, até se lhe riam os olhos com o orgulho que sentiam.
Beijos atodos

Lurdes disse...

Quanto à pessoa nº4 quero deixar o meu palpite, a mim parece-me a Olga filha da Ondina será??
Beijos
Lurdes

Eduarda disse...

António B. Pereira
Peço-lhe as minhas desculpas, mas parece-me estar enganado em relação à 1ª fotografia, ou o mais certo é estar eu.
Em relação à 1º fotografia é de certeza a minha bisavó.E digo com toda a certeza, porque em casa dos meus pais (cinquenta) existia uma igual na parede, se bem que era só a imagem dela, mas com a mesma camisa e tudo.
No que diz respeito à nº 3 a ser a Marquinhas, não concordo muito,eu acho que a Marquinhas, era bem mais nova que o meu pai, que teria feito este ano 82 anos, e dizia lembrar-se da época desta foto, logo acho pouco viável, mas vocês lá saberão. Eu já não me lembro muito bem quantos filhos é que a minha bisavó teve, mas talvez seja algum deles.
E quando fala do Fernando, refere-se ao Fernando, irmão do Rogério?
Sem querer parecer sabichona, também me parece a fotografia demasiado antiga, para ser ele.
Peço-lhe as minhas desculpas, por esta minha observaçao, até porque pelos comentários que tem feito, é de certo alguém mais habilitado do que eu, mas isto é um vício, e não me consegui conter.

Eduarda disse...

António
Com a pressa para publicar, nem me despedi.
Um abraço
Eduarda

Ana Jarrete disse...

Olá Fátima... peço desculpa por só agora responder...mas isto por vezes anda complicado...
Então é assim...
Na 1ª foto
1- Minha Bisavó - Maria de Céu- Avó da Seca
2- Tia Eduarda (Seca)
3- Minha Avó- mãe da Seca- Anna da Natividade
4- Filho da Tia Ermelinda...seria prima da Avó...irmão do Manuel Gomes...

Na 2ª foto
1-Tia Eduarda (Seca)
2-Mãe da tia Eduarda (Seca)- minha Avó- Anna da Natividade

Um grande Beijo para a Dadinha que eu já não vejo à anos (sou a filha do Rogério)

...e a pinta do rancho...se fosse hoje de certeza que as viamos aí num qualquer canal de TV a procurar um lugar ao sol...:),:),:)

Soudações nordestinas para todos...

Ana Jarrete disse...

Ainda volto para dizer que tentei saber onde foram tiradas...mas já ninguém se lembra...talvez a "piquena" da fotografia ainda se lembre...

Mas... na cabeça do rapaz parece estar o pelourinho...será...ao longe...não sei...só suposições...

Um beijo às pintonas e aos pimpões do sítio... Ana Jarrete

Anónimo disse...

A nº 4 da fotografia do Rancho não será a Zeza do Sr. Rafael?..

Lurdes disse...

Penssando bem não pode ser a Olga a nº4 pois é muito mais nova que a minha prima Guilhermina, assim sendo pela idade a nº5 também não pode ser a Alexandra, mas talvez a irmã a Guiomar que tem quase a mesma idade da Guilhermina...
Beijos
Lurdes

Eduarda disse...

Ana
Fiquei baralhada, mas também não é de estranhar, porque a idade às vezes já não se compadece com a memória.
Afinal a minha (nossa bisavó) chamava-se como bem dizes Maria do Céu, e não Ana (não sei porquê mas sempre tive a ideia de ser esse o seu nome).
Esta senhora teve três filhos de suas graças : Ana - Aurora e Rogério.
Vê lá se estou a dizer bem.
A Ana da Natividade era mãe da Eduarda, Rogério, Fernando e Marquinhas, é assim?
Se dizes que a nº2 é tua tia, minha prima Eduarda, se a 3ª é a tua avó Ana, será que o elemento masculino da mesma foto seria o teu avô ou o Tio Rogério (marido da tia Aninhas)?
Bem hajas pelo abraço que me enviaste, de facto há um bom par de anos que não nos vimos.
Eduarda

Eduarda disse...

António
Já estou como diz, palpites por vezes errados, mas é isto que dá vida ao blog,caso contrário, nem valeria a pena a visita.
Um abraço
Eduada

Eduarda disse...

Fátima
O melhor é alterares as legendas, pois a Ana tem razão, no nome da nº1 da 1ª foto.
Isto é coisa que me dá de vez em quando, encalho nos nomes...
Beijos
Eduarda

Ana Jarrete disse...

Olá Eduarda...à tanto tempo...
Está correcta a tua análise a nossa Bisavó era a Maria do Céu...a seguir tu és da linha da Avó Aurora e eu da Avó Anna da Natividade...
Eu tenho a certidão de nascimento e óbito da minha Avó...

O elemento masculino era primo da Avó Anna...

Um beijo... Ana Neves

Fátima Pereira Stocker disse...

A todos

Peço desculpa de não responder individualmente a cada um, mas estou com sérias dificuldades de tempo.

Fiz um apanhado das vossas sugestões e vou já proceder às alterações. Não aproveitei a de um anónimo que se não identificou porque tenho a certeza que a rapariga n.º 4 não é a Zeza. Mesmo assim, obrigada pela tentativa.

Obrigada ao Tonho, à Lurdes, à Dadinha e à Ana pelos vossos contributos. E, já agora, concordo com a Dadinha: são estes palpites, certos uns, errados outros, que dão vida ao blog.

Beijos

Anónimo disse...

Desculpas meus caros.Errei mais uma vez, mas olhem que apesar de não dar a cabeça a cortar, porque preciso dela, se bém compreendo, é a mãe da Marquinhas e se é assim esta não pode fugir da família.Pela foto do rancho vou atrás do Sr. Anónimo. Primeiro para me não molhar novamente, e segundo porque este Sr.(a) é quem desfaz todas as dúvidas. Está sorrateiro, à espera dos nossos falsos palpites, para depois: (pimba)Sai-se com a verdade.Eduarda: está desculpada, mea culpa. Um grande abraço para todos, assim é que é comentar... António Brás Pereira

Baptista disse...

Gente:
Isto de diariamente visitar o blog três ou quatro vezes e, sempre que possível, fazer um comentário acaba virando um vício, mas neste post eu nem me atrevo. Para ser franco nem lembro da maioria dos nomes citados por aí e a única que reconheci nessas fotos foi a Augusta.
Mas continuo espiando à distância...
Só de Brasil já lá vão 33 anos e as poucas vezes que vou visitar meus pais, não passo mais de uma semana por lá. Nas duas últimas vezes, escassos cinco dias.
Um abraço
César

Olímpia disse...

Na minha opinião,colocaram um fundo branco na 1ªfotografia.Se repararem, esta parede muito caiadinha,aparece por cima da de granito.Os desenhos que ali estão, nada têm a ver com o resto do cenário(cano de canalização exterior, plantas,rabiscos da nuvem).
Por tudo isto, não dês nenhuma gargalhada estrondosa, Fátima!..
Em relação à 2ª fotografia, o local é-me familiar e, arrisco a parede da casa do tio Júlio.
bjos
Olímpia

Fátima Pereira Stocker disse...

Tonho

Essa, garanto-te redondamente que não é. A Zeza é minha prima e conheço-a bem. Só espero´que a pessoa nos não leve a mal por não a identificarmos. Estou como os outros: conheço a cara, mas quem?

Beijos

Fátima Pereira Stocker disse...

Baptista

Boas novas! Já tinha saudades tuas!

Beijos

Fátima Pereira Stocker disse...

Olímpia

Eu não me ri, mas confesso que fui buscar os óculos para tentar perceber onde é que tu vias canos e nuvem. Os óculos não me ajudaram, porque continuei a não ver.

Está, de facto, um desenho feito sobre o fundo branco que se assemelha a uma coluna com grinaldas, mas é uma coluna estranha porque, parece-me, vai adelgaçando para a base e, pecebe-se, há desenhos de plantas na base e no extremo esquerdo da fotografia. Os rabiscos que estão a "coroar" as cabeças das personagens não me parecem nuvens, mas se tu o dizes, aceito. Aceito, também que possa ser um cenário para uma qualquer representação teatral ao ar livre. Vamos ver o que dizem os outros.

Quanto à segunda fotografia: deste o teu palpite, vamos ver se há mais. Eu não me atrevo a propor nada. Amanhã (ou seja: hoje...), quando tiver menos sono e um bocadinho livre vou acrescentar as tuas sugestões e outras, se as houver.

Beijos

Céu disse...

Fátima

Segundo informação da minha cunhada Guiomar, o nº 6 da última fotografia, é uma filha do Sr. Carlos Chiote, não sei se a Lula, a nº. 4 é uma amiga dela, da aldeia de Suçães, onde a Dª. Maria Teresa exerceu durante muitos anos, não sei se a vida toda.
Bjs
Céu

Augusta disse...

Céu:
Lamento, mas a Lula é que não é, nem a nº4 é de Suçães. Várias razões para esta minha certeza, entre as quais:
1º - fui eu quem ensaiou e, apesar de não me lembrar de toda a gente, parece-me que todos eram da aldeia;
3º - a própria idade da Lula. Se não me engano, a Lula tem idade próxima da Olímpia. Ora esta é 3 anos mais nova que eu. No caso da pessoa nº4, parece ser bem mais nova, não?
Bom, mas prometo que vou puxar pelos neurónios, e/ou pedir ajuda a outras pessoas.
Beijos, e continuemos na procura

Ana Jarrete disse...

Em relação à 1ª foto de facto está ali qualquer coluna...mas é a assim o original...não vos sei esclarecer mais...posso mostrar apenas o original...
Primeiro parecia-me a esquina de uma casa em granito do lado direito...agora reparando melhor... será parede?...não sei...fica a dúvida...
Bjinhos...Ana Neves

R. Rodrigo Freixedelo disse...

Boa noite,

Antes de mais fico satisfeito que o senhor António tenha gostado da fotografia. Acrescento informação dizendo que foi tirada em outubro de 1958.

Quanto à fotografia de rancho, a minha tia Júlia diz-me que a numero 4 será Fátima, filha de uma S. Palmira de Suçães. E a numero 6 será não a Lula mas sim a Nita, filha da minha tia Maria Teresa.

Cumprimentos a todos,
Rui

Fátima Pereira Stocker disse...

Ana

Não tenhas dúvidas de que, do lado direito, está a esquina de um edifício em granito! Inicialmente, até pensei que fosse (e continua a parecer-me) a parede de uma igreja, que, como é frequente na nossa terra, reboca e caia as paredes, deixando à vista as esquinas de cantaria. Pus de lado, por me parecer muito rebuscada, a hipótese que me ocorreu para explicar o desenho da coluna que se vê: era tradição, entre os construtores, fazerem desenhos na parede e em tamanho reduzido, daquilo que iriam construir (criando-se, assim, as "salas do risco. A sala do risco dos Jerónimos, por exemplo, foi integrada na parede da própria igreja e ainda se vêem bem alguns desenhos gravados). Ora, ninguém iria fazer uma sala de risco nas paredes caiadas, sujando a pintura! Por isso mesmo, a hipótese da Olímpia pareceu-me verosímil, tendo em conta a tradição transmontana dos esterlóquios, associada a outra que era a de fazer representações teatrais no adro das igrejas. A fotografia, a mostrar-nos um cenário, aproveita as paredes de um qualquer edifício.

Beijos e, mais uma vez, muito obrigada.

Fátima Pereira Stocker disse...

Rui

Eu acho que a Augusta já pôs de lado a hipótese de se tratar de alguém se Suçães. Vou acrescentar, em alternativa à rapariga n.º 6, a hipótese que levantou a tua tia Júlia, de, em vez da Lurdes, ser a vossa outra prima.

Beijos e obrigada

Anónimo disse...

Pois é, meninas... Aquela beleza N.º 4 dá-nos pano para mangas. É uma pessoa conhecida, da Arufe, Quita ou Pereiros, mas não creio de Suçães,embora já haja dois votos do seu lado. Não se esqueçam que três rostos do grupo não estão visiveis...Embora não me pareça a N.º6 a Lurdes do Eduardo, também não me parece nenhuma filha do tio Carlos. Quem sabe???
Quanto à 1ª foto é óbvio que foi encenação, apenas a quina do edifício é verdadeira, e as pessoas, claro!
Abraços: António Brás Pereira